Artigos, Destaques › 12/02/2019

Como vai “Eu”?

Abordar o tema vocação exige uma reflexão sobre um elemento muito importante e indispensável na dinâmica do chamado, ou seja, a pessoa humana, você, eu, nós.
Longe de querer fornecer respostas sobre nossas dúvidas existenciais, nos cabe ao menos, provocar um mergulho através dessa pessoa que convive conosco todos os dias, e que talvez seja um estranho para muitos de nós, não falo senão de nós mesmos.
Pode parecer esquisito, mas quantos de nós reservamos algum tempo para gastarmos com essa pessoa? Quanto tempo faz que não nos perguntamos sobre seus desejos, suas vontades e anseios? Quantas vezes até esquecemos que essa pessoa existe? Com certeza isso é uma das grandes causas de freqüentes crises de depressão, frustração e outras doenças que tanto atingem nossa sociedade atual.
Mas, porque tanto desprezo? Tanto medo de aprofundarmos em nós mesmos? De sermos sinceros e autênticos? De encaramos nosso “eu” de forma coerente e comprometida? Por que tanto receio em aceitar nossa ambigüidade e trabalhar nossa humanidade?
Deus, muito acima de querer santos na terra, quer seres humanos que vivam em plenitude todas as suas capacidades e potencialidades, homens e mulheres que sejam capazes de se realizarem e de serem felizes.
Felicidade: esta é uma palavra muito bonita, mas que cada vez mais perde seu sentido e sua essência diante de uma sociedade que valoriza mais o “ter” do que o “ser”, que se esquece de conhecer as pessoas que a constituem e, principalmente, desprezam o chamado que Deus faz a toda humanidade de ser feliz e de se realizar como pessoa.
Conheça-se e seja feliz!
Paz e Bem!

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